Todos nós temos
experiências para compartilhar, guardadas em nossa memória, sobre leitura e
escrita em nossas vidas... Fazem parte de nossa história e refletem em
nossas ações, hoje !
Isabel Cristina de Almeida
Não lembro quando exatamente comecei a gostar de ler,se que
sempre li bastante e de tudo,quando era adolescente devorava Histórias em
Quadrinhos,depois passei a ler a coleção;Júlia,Sabrina li uma infinidades
desses livros,teve uma época que devorava os livros do Sidney Sheldon,Danielle
Steel,depois foi só literatura brasileira para mim não importa o livro o
autor.Concordo com Newton Mesquita quando ele diz que"aquilo que toca na
sua essência e detona tantas ideias e fantasias que se torna parte de sua
vida."
E como leitora gosto muito de ler para meus alunos e
sempre faço isso escolho uma poesia,trecho de algum livro,ou algum texto que me
tocou muito sempre levo uma leitura para ele.
Pra mim é isso "ler é viajar sem sair do lugar."
Michelle Cristina Paulino Marioto
Depois na época da adolescência eu gostava de ler romances e na juventude eu fiz a leitura obrigatória de livros que os professores selecionavam e confesso que não gostei muito.
Já na época da faculdade eu fui influenciada por vários professores que mostraram um novo jeito de ler. Nesse momento fiz leituras mais profundas e reflexivas, pois além de ler as obras nós estudávamos os autores e o contexto social de cada época. Portanto, nesse período tive um aproveitamento maior porque encontrei mais significado nas leituras que fiz e faço até hoje.
Luciene Alves Gomes
E escrever! Sou do tempo das cartas! Como minha família é de Avaré e eu morava em São Paulo, todos recebiam minhas cartas! E ai de quem não me respondesse! Até hoje todos lembram desta minha "mania"! Nas férias, eu escrevia peças de teatro para que eu e meus primos representássemos! Fazíamos um pequeno palco no sítio da minha tia e cobrávamos até entrada! Na escola, portanto, nunca tive muitas dificuldades para escrever redações, colocava a imaginação para funcionar e tudo fluía bem!
Luciene Cristina Aires da Nóbrega
Luciana Aparecida Quirino Teixeira
É óbvio afirmar que a leitura é indissociável ao ofício
pedagógico. Mais previsível, ainda é contar com ela diariamente na sala de
aula. Sabemos que a função social da escrita é uma das responsabilidades da
escola e, em consequência disso, vem a leitura. Assim sendo, a escola torna-se
um espaço privilegiado para esse incentivo, e os professores tornam-se os
principais agentes. Mas de que forma a escola pode "alimentar" o
gosto pela leitura? Foi então que comecei a trabalhar com meus alunos desde
2000,quando ingressei nesta escola, com um projetinho de "caderno de
redação" e ali eles produziam apenas textos e trabalhavam também com
livros, que eles próprios escolhiam de acordo com a sua faixa etária, o qual
teriam que fazer uma pequena "análise da narrativa" e um
"seminário" ( igual aqueles que fazíamos na faculdade, "me
sentia uma Marli Gomes"). Os primeiros eram em dupla, aos poucos fui
aperfeiçoando-o e até hoje trabalho nesse sistema e eles se adaptaram bem, pois
com isso consigo trabalhar a leitura e a escrita ao mesmo tempo, até me cobram
se vai ter o "trabalho do livro". Então pra mim foi uma experiência
muito boa e gratificante, pois passei a me interessar mais por leitura e pra
eles também, acho que consegui plantar uma sementinha!
Nenhum comentário:
Postar um comentário